ECONOMIAS DE AGLOMERAÇÃO E O CRESCIMENTO DAS INDÚSTRIAS INTENSIVAS EM TECNOLOGIA: EVIDÊNCIAS PARA O NORDESTE NO PERÍODO 2002-2014

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Edilberto Tiago de Almeida
Roberta de Moraes Rocha
Sónia Maria Fonseca Pereira Oliveira Gomes

Resumo

Este artigo apresenta evidências dos efeitos dinâmicos das economias de aglomeração, advindos da especialização e diversificação produtiva regional, sobre o crescimento das indústrias intensivas em tecnologia. A análise é realizada para as mesorregiões do Nordeste, para o período de 2002 a 2014. A investigação empírica baseia-se em três variáveis dependentes: o emprego em nível, o crescimento do emprego e o crescimento relativo do emprego. Estimam-se modelos de regressão dinâmicos com dados em painel, com controles para características observáveis e não observáveis fixas no tempo das subunidades geográficas, e mais dois outros modelos são estimados (Ordinary Least Squares e Two-Stage Least Squares), como robustez. Os resultados sugerem que: as economias externas oriundas de estruturas especializadas localmente são significativas para explicar o crescimento das indústrias intensivas em tecnologia e não se obtiveram evidências da importância das externalidades produtivas associadas à diversificação. Adicionalmente, também foram encontrados indicativos de que rendimentos decrescentes à especialização podem atuar no sentido da convergência.

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Como Citar
ALMEIDA, E. T. DE; ROCHA, R. DE M.; GOMES, S. M. F. P. O. ECONOMIAS DE AGLOMERAÇÃO E O CRESCIMENTO DAS INDÚSTRIAS INTENSIVAS EM TECNOLOGIA: EVIDÊNCIAS PARA O NORDESTE NO PERÍODO 2002-2014. Revista Brasileira de Estudos Regionais e Urbanos, v. 11, n. 4, p. 467-494, 12 fev. 2018.
Seção
Artigos